Pedro estava brincando na rua quando o cachorro da vizinha escapou pelo portão. Assustado, ele correu e o cachorro avançou, mordendo a perna dele. A mordida foi forte — rasgou a calça e deixou marcas profundas na coxa.
Dona Marta ouviu o grito e saiu correndo. Pegou Pedro no colo, lavou o ferimento com água e sabão por uns dez minutos — o que sabia ser certo para mordidas. Depois cobriu com um pano limpo e foi para o PS.
No hospital, o médico limpou o ferimento com soro fisiológico sob pressão e avaliou a profundidade. A mordida era perfurante, com risco de infecção. Pedro precisou de pontos, antibiótico e vacina antitetânica de reforço.
A vizinha apresentou a carteira de vacinação do cachorro — estava em dia, então não foi necessária a vacina antirrábica. Mesmo assim, Pedro tomou antibiótico por sete dias.
Ele ficou com um pouco de medo de cachorro depois disso. Dona Marta conversou com ele e comprou um livro infantil sobre como se comportar perto de animais. A cicatriz na coxa virou história para contar.