Picada de abelha ou vespa com reação forte: o que fazer?

Beto

Beto foi passar o fim de semana no sítio de um amigo. Enquanto mexia numa cerca de madeira, colocou a mão num enxame. Levou pelo menos quatro picadas de abelha.

O braço começou a inchar imediatamente. Em vinte minutos o inchaço já tinha subido até o ombro. O braço ficou vermelho e quente. Beto sentiu coceira generalizada, como se o corpo inteiro estivesse reagindo.

Ele tomou um anti-histamínico que tinha no carro, mas a língua começou a ficar pesada. O amigo notou que Beto estava com dificuldade para engolir e o levou direto para o hospital mais próximo.

No PS, a médica constatou reação alérgica sistêmica grau 3. Aplicou adrenalina, corticoide e anti-histamínico. Beto passou a noite internado em observação.

Descobriu que tinha desenvolvido alergia grave a picada de abelha — antes não era alérgico, mas a exposição repetida pode desencadear. Saiu do hospital com prescrição de caneta de adrenalina para levar sempre que fosse para áreas rurais.

Nunca mais encostou em cerca sem olhar antes.