Ele estava fazendo trilha e sem querer pisou perto de uma colmeia no chão. As abelhas saíram furiosas. Instintivamente, saiu correndo morro abaixo e pulou num rio para se esconder debaixo d'água. Ficou submerso até não aguentar mais a respiração. Quando emergiu, as abelhas ainda estavam lá. Levou mais ferroadas tentando sair. Foi picado mais de 50 vezes e teve reação alérgica. O resgate o levou ao hospital às pressas. Ele aprendeu que o protocolo para ataque de enxame é: correr em linha reta para um abrigo fechado (não para água), proteger o rosto com as mãos, não balançar os braços e não mergulhar em água — as abelhas esperam você emergir. Se não houver abrigo, correr por pelo menos 500 metros, porque as abelhas operárias não perseguem por muito mais que isso. Outra vez, foi atacado por abelhas numa área rural. Dessa vez correu em linha reta, protegendo o rosto, até a casa mais próxima. Entrou e fechou a porta. Umas 10 abelhas entraram com ele, mas matou com um chinelo. Ligou para o Corpo de Bombeiros, que veio remover a colmeia. Levou só 5 ferroadas, sem reação grave. O médico disse que correr para abrigo é a única ação correta. Mergulhar em água ou fingir de morto não funciona. Enxame de abelhas africanas é agressivo e persistente. Abrigo fechado é a única salvação.