A avó de Luísa faleceu em outra cidade e ela precisou trazer o corpo para o enterro aqui. Não sabia por onde começar. Ligou para uma funerária da sua cidade que disse que fazia o translado, mas não explicou que era necessário autorização judicial para transporte interestadual. O corpo ficou retido no IML da outra cidade por 3 dias até resolverem a papelada. Perdeu o velório, o enterro teve que ser adiado, e a dor virou burocracia. Aprendeu que translado de corpo entre estados exige: atestado de óbito, autorização da autoridade sanitária local e, em alguns casos, autorização judicial. O jeito certo é: primeiro, contrate uma funerária que tenha experiência em translado interestadual. Segundo, peça a lista completa de documentos necessários. Terceiro, verifique se o corpo precisa ser embalsamado (obrigatório para translado interestadual). Quando precisou transladar o corpo do tio dela de São Paulo para Minas, contratou uma funerária especializada. Eles cuidaram de toda a documentação: atestado de óbito, autorização da vigilância sanitária, embalsamamento e transporte. Pediu o contrato com todos os custos discriminados antes de pagar. Acompanhou o traslado por WhatsApp. O corpo chegou no horário combinado e o velório foi digno. Pedir ajuda para translado de corpo exige escolher profissionais especializados. Funerária comum pode não saber fazer translado interestadual e a burocracia vira tragédia.