Qual o jeito certo de agir ao precisar de translado de corpo?

Carlos

O tio de Carlos faleceu em casa e ele não fazia ideia do que fazer. Ligou para uma funerária qualquer que apareceu no Google. Eles disseram que viriam buscar o corpo e cuidar de tudo, mas cobraram um valor absurdo e não deram nota fiscal. Depois Carlos descobriu que o translado de corpo tem preço tabelado e que ele poderia ter pago metade. Se sentiu enganado num momento de vulnerabilidade. Aprendeu que o translado de corpo no Brasil segue regras. Se o falecimento foi em casa por causas naturais, o primeiro passo é ligar para o Samu (192) para atestar o óbito. Depois, escolha uma funerária — mas pesquise preços, o serviço funerário é tabelado em muitos municípios. O translado intraurbano é mais barato que o interestadual. Exija nota fiscal e contrato por escrito. O corpo só pode ser transladado após o atestado de óbito. Quando o vizinho de Carlos faleceu, ele ajudou a viúva. Ligou para o Samu, que constatou o óbito. Ela pediu orçamento de três funerárias diferentes. Escolheu a que ofereceu o melhor custo-benefício, com nota fiscal e contrato. O translado do corpo para o velório foi feito em 2 horas, sem transtornos. Ela pagou um valor justo e teve todo o suporte necessário. Saber que o serviço funerário pode ser pesquisado e que os preços são regulados evita que você seja explorado na pior hora da sua vida.