O cano do banheiro estourou enquanto Luísa estava no trabalho. Ela chegou em casa e encontrou tudo alagado — móveis, tapetes, documentos. Em vez de ligar para o seguro, começou a jogar água para fora com baldes e desligar coisas puxando pela tomada com a mão molhada. Levou um choque leve e ainda perdeu o direito de acionar o seguro porque mexeu no local antes de documentar. A seguradora recusou a indenização porque não seguiu o protocolo. Ela aprendeu que sinistro residencial (incêndio, alagamento, queda de árvore) exige um procedimento claro. Primeiro: corte a energia elétrica pelo disjuntor, não puxe equipamentos. Segundo: documente tudo com fotos e vídeos antes de mexer em qualquer coisa. Terceiro: acione o seguro imediatamente. Quarto: mitigue os danos sem piorar (colocar baldes, retirar objetos de valor, mas sem alterar a cena principal). Quando um raio caiu na casa dela e queimou a parte elétrica, agiu com calma. Desligou o disjuntor geral, tirou fotos de tudo, acionou o seguro pelo aplicativo e enviou a documentação. Em 24 horas um perito veio à sua casa. O seguro pagou o reparo elétrico integral e ainda deu assistência emergencial de hotel. Sinistro resolvido no prazo de uma semana, sem dor de cabeça. Procedimento correto é sinônimo de indenização rápida.