Carlos foi picado por uma aranha marrom no jardim de casa. Não deu importância, lavou o local com água e seguiu a vida. Dois dias depois, o local da picada estava roxo e necrosando. Teve que ir correndo para o hospital e passou uma semana internado tomando soro antiveneno. O médico disse que se tivesse demorado mais um dia, poderia perder o braço. Ele aprendeu que picada de aranha não se subestima. O certo é: lavar o local com água e sabão, não colocar álcool ou fazer torniquete, capturar a aranha se possível (mesmo morta) para identificação, e ir imediatamente ao hospital. Hoje, quando foi picado por uma aranha na caixa de ferramentas, fez tudo certo. Lavou o local, colocou gelo para reduzir o inchaço, capturou a aranha num pote furado e foi ao pronto-socorro. Levou o animal para identificação. O médico identificou como aranha de jardim inofensiva, liberou ele com antialérgico. Mas se fosse a marrom ou a armadeira, o soro correto seria aplicado a tempo. A diferença entre uma picada trivial e uma fatal é saber identificar e agir rápido.