Luísa recebeu um boleto no e-mail dela com vencimento para o dia seguinte. O valor parecia certo e o logotipo da empresa era idêntico ao original. Quase pagou na hora, mas resolveu comparar com um boleto anterior que tinha no histórico. Reparou que o código de barras começava com números diferentes e o beneficiário era uma razão social estranha. Aprendeu que golpistas copiam o visual do boleto mas nunca conseguem replicar os dados reais do beneficiário. Hoje sempre verifica se o CNPJ do emissor confere com o da empresa, compara o código de barras com boletos anteriores e nunca paga boletos que chegam por e-mail sem antes confirmar com o emitente. Também usa o aplicativo do banco para escanear o código e conferir os dados antes de finalizar.