Pedro estava ajudando Dona Marta a limpar a casa. Ela pediu para ele passar um pano com água sanitária no chão do banheiro. Pedro apertou a garrafa com força e o jato espirrou diretamente no olho direito dele.
Ele gritou e caiu no chão segurando o rosto. Dona Marta largou tudo, pegou ele pelo braço e levou direto para a pia da cozinha. Abriu a torneira e ficou jogando água corrente no olho dele por vinte minutos.
— Não esfrega, Pedro! Abre o olho, deixa a água entrar — ela ordenou, mesmo com ele reclamando da ardência.
Depois de lavar bem, ela colocou um pano limpo sobre o olho e levou ele no pronto-socorro. O oftalmologista de plantão examinou com lâmpada de fenda e aplicou colírio anestésico e antibiótico.
A córnea tinha uma pequena lesão superficial, mas graças à lavagem imediata, não houve dano permanente. Pedro ficou de molho com um tapa-olho por dois dias e usou colírio por uma semana.
Dona Marta comprou óculos de proteção para os produtos de limpeza.