Qual o jeito certo de pedir ajuda para convulsão infantil?

Carlos

O sobrinho de Carlos teve uma convulsão na pracinha. Foi a primeira vez que ele viu uma criança tendo uma crise. Ficou em pânico, ligou para o SAMU gaguejando, sem saber o que dizer. A atendente perguntou "qual o endereço?" e ele não sabia o nome da rua. Teve que perguntar para outra pessoa. Perdeu um tempo valioso. Depois que a crise passou e o menino foi atendido, pediu para um médico ensinar o protocolo. Agora sabe exatamente o que falar ao ligar para emergência: "Meu nome é Carlos, estou na [endereço completo com ponto de referência]. Uma criança de [idade] está tendo uma convulsão. Ela está inconsciente, começou há [tempo] minutos, não parou de se debater. Já teve outras crises? Não sei. Estou virando ela de lado agora." O médico disse que o mais importante é dar o endereço primeiro e a idade da criança, depois descrever o que está acontecendo. No mês passado, quando precisou usar de novo, conseguiu ser claro e objetivo. A ambulância chegou em 8 minutos. Saber o que falar em emergência salva tempo e vidas.