Qual o jeito certo de agir ao ser vítima de cyberbullying?

Luísa

A filha de Luísa, de 15 anos, começou a receber mensagens cruéis no Instagram. Chamavam ela de feia, gorda, diziam que ela deveria se matar. Ela apagava tudo e não contava para a mãe. Quando Luísa descobriu, ficou furiosa. Sua primeira reação foi pegar o celular dela e responder xingando os agressores. Erro total. Só alimentou mais ódio. Uma psicóloga escolar orientou Luísa: não responda, não apague nada, faça prints de tudo, bloqueie os perfis e denuncie a plataforma. Luísa registrou BO na delegacia especializada. Conseguíram identificar os perfis e três adolescentes foram responsabilizados. A escola aplicou medidas disciplinares. O cyberbullying deixou marcas profundas na filha dela, mas com acompanhamento psicológico ela está se recuperando. Hoje Luísa ensina a filha a não apagar provas, a contar imediatamente e a não revidar. O jeito certo é documentar, denunciar à plataforma e à polícia, e buscar apoio psicológico. Nunca revidar nem apagar as evidências.