Qual o jeito certo de agir ao ser vítima de golpe do boleto falso?

Carlos

Carlos pagou um boleto de mil e duzentos reais do curso online da filha dele. Dias depois, a escola ligou cobrando a mensalidade. Mostrou o comprovante e a secretária disse: "Esse boleto não é nosso, o código de barras é de outra empresa." Ele sentiu o sangue ferver. Pegou o boleto original e comparou: o logotipo era parecido, mas o CNPJ era diferente, o valor tinha centavos a mais, e o código de barras começava com números que não correspondiam ao banco da escola. Aprendeu que o jeito certo é verificar cada detalhe antes de pagar: conferir o CNPJ no site da empresa, comparar com boletos anteriores, ver os primeiros dígitos do código de barras, desconfiar de boletos com vencimento aos domingos. Depois de cair no golpe, contatou o banco imediatamente e pediu o estorno por boleto fraudulento. Teve que registrar BO e abrir reclamação no Banco Central. Levou 30 dias, mas conseguiu o dinheiro de volta. Hoje só paga boletos gerados diretamente pelo aplicativo da empresa, nunca por links recebidos por email ou WhatsApp.