Qual o jeito certo de agir ao ser vítima de clonagem de cartão?

Luísa

Luísa recebeu uma notificação do banco: compra de quatro mil reais em uma loja de eletrônicos que ela nunca visitou. Seu estômago embrulhou. O cartão estava na bolsa dela, nunca tinha emprestado a ninguém. Seu primeiro impulso foi ligar para a loja e discutir com o gerente, mas uma amiga que trabalha com segurança digital a orientou: primeiro bloquear o cartão pelo aplicativo, depois registrar boletim de ocorrência online. Só então contestar as compras com o banco. Ela fez exatamente isso. Bloqueou na hora, registrou o BO pela delegacia virtual e ligou para a central do banco com o protocolo em mãos. O banco estornou os valores em cinco dias úteis. Descobriu que o cartão foi clonado por uma maquininha adulterada em um restaurante. Hoje, só passa o cartão em maquininhas que ela mesma opera, usa aproximação sempre que possível e ativa notificações de todas as transações. Agir rápido na ordem certa — bloquear, BO, contestar — faz toda a diferença.