Carlos viu um menino se afogando na praia e, sem pensar, pulou na água para salvar ele. Só que entrou em pânico no meio do mar e quase se afogou também. O salva-vidas que resgatou os dois deu um sermão nele: nunca entre na água para salvar alguém se você não é treinado — a vítima em desespero pode te afogar junto. O certo é jogar algo flutuante (boia, prancha, galho) e gritar por ajuda. Se estiver em piscina, use uma vara ou cabo. Ao tirar a vítima da água, verifique se ela respira; se não, inicie respiração boca a boca e massagem cardíaca. Chame os bombeiros (193) ou SAMU (192). Carlos aprendeu que a melhor forma de salvar um afogado é não virar mais uma vítima — usar objeto flutuante é mais eficaz que nadar até ele.