Qual o jeito certo de pedir ajuda para uma crise convulsiva?

Luísa

O filho de Luísa começou a convulsionar com febre alta em casa. Ligou pro SAMU, mas na hora do nervoso não conseguiu dizer há quanto tempo a crise durava. A atendente fez ela contar os segundos no telefone. Depois, o pediatra ensinou ela: ao pedir ajuda para convulsão, informe se a pessoa já teve convulsão antes, há quanto tempo está convulsionando (cronometre na hora), se está consciente entre as crises, se há febre, e se a pessoa é epiléptica conhecida. Convulsão que passa de 5 minutos ou que repete sem recuperação total entre as crises é emergência. Ela aprendeu que o cronômetro é a ferramenta mais importante — saber a duração exata da crise ajuda o médico a decidir o tratamento e a urgência do atendimento.