O vizinho de Luísa levou um choque no quintal e caiu desacordado. Ela ligou pro SAMU e falou "Ele tomou um choque, não sei o que fazer" mas não soube dizer se a fonte ainda estava ligada nem se ele estava respirando. A atendente teve que guiar ela passo a passo enquanto ela entrava em pânico. Depois, um técnico em segurança explicou a ela: ao pedir ajuda para choque elétrico, informe primeiro se a fonte de energia foi desligada, se a vítima está consciente, se respira, se há marca de entrada e saída da corrente no corpo (queimaduras pequenas), e a voltagem se souber (110V, 220V, ou se foi raio). Luísa aprendeu que a prioridade é garantir que não há mais risco de choque — só depois se avalia a vítima.