Luísa foi visitar uma amiga no hospital depois de uma cirurgia. Chegou cheia de energia, falou alto, contou piadas. Ela mal respondia, tava claramente exausta e com dor. A enfermeira chamou Luísa no corredor e disse: "Ela precisa de silêncio e descanso. Visita curta, voz baixa, sem agitação." Ela ficou envergonhada. No dia seguinte voltou, ficou 10 minutos, falou baixo, segurou a mão dela. Ela agradeceu: "Obrigada por não me cansar." Luísa aprendeu: visitar doente tem regras não escritas. Ligue antes para perguntar se pode ir. Não vá em grupo. Não fique mais de 20 minutos. Não coma na frente da pessoa se ela não puder comer. Não conte histórias tristes ou assuntos pesados. Leve algo útil: água, revista, fone de ouvido. E o mais importante: observe os sinais — se a pessoa está cansada, vá embora. A melhor visita é a que não esgota o doente.