Quando o tio de Carlos faleceu, a família ficou desesperada. A tia dele lembrou que ele tinha "um segurozinho funeral" que ele pagava há anos. Na hora de usar, descobriram que cobria só R$ 3.000 — o enterro mais simples custou R$ 8.000. E ainda tinha uma cláusula falando que não cobria traslado intermunicipal, e o acidente foi em outra cidade. A tia dele teve que fazer vaquinha entre os parentes pra enterrar o próprio marido. Aquilo marcou Carlos fundo.
Carlos foi pesquisar e entendeu que seguro funeral tem duas modalidades: a assistência funeral (pré-pagamento, você contrata os serviços antecipados com valor fechado) e o seguro funeral tradicional (valor em dinheiro que a família recebe pra custear). O jeito certo é: primeiro, contratar um valor que cubra pelo menos R$ 10-15 mil hoje, com cláusula de reajuste pela inflação. Segundo, garantir que cobre traslado, urna, velório e documentação. Terceiro, deixar a apólice num lugar que a família saiba onde está. Não adianta fazer o seguro e ninguém saber.