Carlos contratou um plano de saúde pela internet achando que tava fazendo um bom negócio — 190 reais por mês, parecia barato demais. Foi usar num exame de rotina e descobriu que era um "seguro saúde" com coparticipação de 50% em consultas e 80% em exames. O exame de sangue que achou que sairia de graça custou 400 reais do bolso dele. Pior: tinha carência de 12 meses pra cirurgia e 24 pra parto. Se precisasse de algo grave no primeiro ano, tava descoberto.
O aprendizado foi duro: seguro de saúde não é igual a plano de saúde. Seguro saúde reembolsa os gastos (e tem limites), plano de saúde tem rede credenciada. O jeito certo que aprendeu é: primeiro, decidir entre plano (mais caro mas previsível) e seguro (mais barato mas com coparticipação). Depois, verificar a lista de doenças cobertas, carências, e se o hospital que confia está na rede. E nunca contratar sem antes consultar o site da ANS pra ver a classificação do plano e as reclamações. Hoje tem um plano que cabe no bolso e realmente atende quando precisa.