Quando o Luís, um amigo do trabalho, falou que tava fazendo CDB com retorno de 120% do CDI, ele entrou de cabeça. Abriu a conta no banco digital, transferiu uma grana e clicou em "Investir" sem nem ler a tela. Só foi descobrir meses depois que tinha caído num CDB de liquidez diária que pagava 80% do CDI, e o de 120% era com carência de 2 anos. Deu um aperto no peito — ele precisava daquele dinheiro antes.
Hoje sabe que CDB tem letras miúdas que fazem toda diferença: prazo de vencimento, liquidez (se pode resgatar antes), taxa (prefixada, pós-fixada ou híbrida) e se tem garantia do FGC até 250 mil por CPF. Aprendeu que o "jeito certo" é antes de qualquer clique: ler o regulamento, comparar com outras opções, entender quando vai precisar do dinheiro e — o mais importante — não confiar só no que o amigo falou. Também aprendeu a diversificar: em vez de colocar tudo num CDB só, espalhar entre bancos diferentes e prazos diferentes. Faz diferença.