Nas primeiras visitas ao pai na casa de repouso, Carlos chegava, ficava 5 minutos, e já ia embora — não suportava ver ele naquele ambiente. O pai ficava triste, ele ficava pior. Uma cuidadora deu um toque: "Seu pai espera a visita do senhor a semana inteira. Fica um pouco mais." Carlos passou a ficar pelo menos uma hora. Levou um jogo de dominó, fotos antigas, a revista preferida do pai. As visitas viraram momentos de qualidade.
Carlos aprendeu: visitar um idoso na casa de repouso não é bater ponto. É passar tempo de qualidade. Não chegue de mãos vazias — leve algo que ele goste: um doce, uma revista, fotos. Participe de alguma atividade com ele. E o mais importante: não critique a instituição na frente dele. Se você tem reclamações, resolva com a direção. O idoso precisa se sentir seguro onde está.