Bateria descarregada: o que fazer?

Beto

Era segunda-feira, 7h da manhã. Beto entrou no carro, girou a chave e ouviu apenas um click fraco. Tentou de novo. Nada. A bateria tinha morrido durante a noite. Ele já estava atrasado para o trabalho.

— Que ótimo começo de semana — resmungou, batendo a mão no volante.

Ele lembrou que Seu Antônio tinha falado sobre cabos de chupeta e deixado um par no porta-malas. Ligou para o mecânico, que atendeu prontamente. — Calma, Beto. Arruma um carro por perto e eu te explico.

Dona Marta, a vizinha, emprestou o carro dela. Com os cabos de chupeta, Beto conectou terminal positivo com positivo, negativo com negativo, esperou cinco minutos e tentou ligar. O motor pegou na hora.

— Mas troca essa bateria, hein — disse Seu Antônio depois. — Essa já deu o que tinha que dar. Beto passou na loja de autopeças no almoço e aprendeu que bateria tem data de validade e que prevenir ainda é o melhor remédio.