Clarinha estava voltando do trabalho numa tarde chuvosa. No trânsito pesado da avenida, o carro da frente freou bruscamente e ela não conseguiu parar a tempo. A batida foi leve, mas o susto foi grande. Ela ficou paralisada por alguns segundos.
— Calma, respira — ela disse em voz alta para si mesma.
Ela desligou o carro, ligou o pisca-alerta e conferiu se estava tudo bem com ela. Saiu do carro e verificou os danos: um pequeno amassado no parachoque dianteiro e um arranhão. O motorista da frente, um senhor de meia-idade, estava calmo.
— Não precisa chamar polícia, moça. Vamos trocar os contatos e seguir — ele disse.
Clarinha anotou a placa, tirou fotos do local e dos danos nos dois carros, e registrou o BO online. Ligou para o seguro no dia seguinte e resolveu tudo. Apesar do nervosismo, ela se orgulhou de ter mantido a calma e seguido o protocolo certo.