Qual o jeito certo de conversar com o frentista sobre a procedência do combustível?

Carlos

Carlos abasteceu num posto diferente, numa viagem, porque tava na reserva. O carro começou a falhar no meio da estrada, perdendo potência. Levou no mecânico e ele disse: "Combustível adulterado." Teve que drenar o tanque, trocar filtro e limpar bicos. Prejuízo de mais de R$ 800. Depois descobriu que aquele posto tinha fama de vender gasolina batizada. Se ele tivesse perguntado antes, teria evitado. O jeito certo de conversar com o frentista sobre a procedência do combustível é: em postos desconhecidos, pergunte: "De qual distribuidora vem o combustível de vocês?" Postos de bandeira branca compram de qualquer fornecedor — nem sempre confiável. Postos de bandeira (Shell, Ipiranga, Petrobras) têm garantia de origem. Se o frentista não souber responder, desconfie. Pergunte também: "Tem certificado de qualidade na bomba?" Por lei, o posto deve ter o comprovante de qualidade do combustível disponível. Se você suspeitar de adulteração, peça o teste da proveta — eles são obrigados a mostrar. E confie no seu nariz: combustível adulterado tem cheiro diferente. Na dúvida, abasteça o mínimo pra chegar em um posto de confiança. Tanque adulterado é prejuízo na certa.