Ele chegou no posto e o frentista perguntou: "Completo?" Ele falou: "Pode ser." O frentista colocou gasolina aditivada, a mais cara. Depois ele viu que o carro dele não precisava de aditivada — o manual recomendava gasolina comum. O frentista não fez por mal, mas também não perguntou o que ele queria. O frentista só seguiu o padrão. Ele que foi omisso. O jeito certo de conversar com o frentista sobre o tipo de combustível ideal é: antes de ele encostar a bomba, diga claramente: "Gasolina comum, por favor." Ou "Etanol." Ou "Diesel S10." Seja específico. Se ele tentar vender aditivada ou premium, pergunte: "Qual a diferença? Meu carro não exige aditivada, pode colocar comum." Se você não sabe qual combustível seu carro usa, olhe a tampa do tanque — lá está escrito. Ou consulte o manual. Não deixe o frentista decidir por você. Ele ganha comissão em combustível mais caro, e o padrão dele é sempre oferecer o mais caro. Saber o que seu motor precisa é básico. Não é sobre economizar — é sobre usar o combustível certo pro motor. Gasolina aditivada não faz mal, mas também não faz diferença se o motor não exige.