Um flanelinha abordou seu carro e pediu para "cuidar". Ele ficou com medo de recusar e ter o carro riscado. Entregou o dinheiro, mas passou a tarde preocupado. Quando voltou, o carro estava lá, inteiro, mas ele ficou na dúvida se ele realmente cuidou ou se era só extorsão. O jeito certo é: você não é obrigado a pagar flanelinha. Se ele se aproximar, pergunte: "Moço, essa rua é segura? Já teve caso de furto?" Se ele disser que sim, você pode decidir se quer pagar pelo serviço. Flanelinhas que trabalham direito existem — eles realmente olham o carro, avisam se algo estranho acontece. Mas tem os que só extorquem. A dica é: se você for estacionar, olhe ao redor. Veja se tem outros carros sendo cuidados. Converse com o flanelinha antes de sair: "Pode ficar de olho?" Se ele for profissional, ele vai concordar e você paga na volta. Se ele for agressivo, chame a polícia. Mas geralmente uma conversa educada resolve.