Carlos chegou no aeroporto com duas malas e o Uber parou. Falou "abre aí", apontando pro porta-malas. O motorista não abriu. Ficaram num impasse silencioso de 10 segundos até que o motorista falou "o porta-malas está com problema, pode levar a mala no banco". Carlos teve que colocar a mala no banco de trás com ele apertado. O erro foi presumir que todo porta-malas abre automático ou que o motorista sabe o que ele quer. Agora, quando precisa do porta-malas, já chega no carro, aponta e pergunta: "o senhor pode abrir o porta-malas, por favor?" Se tiver mala pesada, avisa antes: "vou precisar do porta-malas, pode abrir?" E aguarda o motorista destravar — seja pelo botão interno, pela chave ou pelo aplicativo. Se o motorista disser que não abre, pergunta "tem algum problema ou não está funcionando?". Já pegou motorista que tinha o porta-malas travado e não avisou. Carlos aprendeu que o respeito ao motorista começa com comunicação clara. Hoje, antes de confirmar a corrida com bagagem, já manda mensagem: "estou com duas malas, o porta-malas está disponível?"