Na estrada, a luz do óleo acendeu. Parou no primeiro posto e gritou pro frentista: "completa o óleo aí!" Ele colocou qualquer marca, não anotou o tipo, não perguntou nada. Quinze dias depois, o carro começou a fazer um barulho estranho no motor. Descobriu que a mistura de óleos incompatíveis tinha prejudicado a lubrificação. O erro foi tratar o óleo do motor como item genérico. Cada motor tem especificação de viscosidade (5W30, 10W40, etc.) e padrão de qualidade (API, ILSAC). Agora, antes de pedir, ela olha a tampa do óleo ou o manual do carro e vê qual a especificação exata. Chega no frentista e fala: "completa com óleo 5W30 semissintético, por favor. Se não tiver esse, não coloca nada." Pergunta também se o óleo é lacrado e qual a marca. Frentista honesto mostra o lacre. Se ele disser "é tudo igual", ela vai pra outro posto. Leva o próprio óleo no porta-malas agora, é mais seguro e mais barato.