Ele bateu o carro numa quarta-feira à noite, sozinho, voltando do trabalho. Bateu fundo num Fusca parado no sinal. O coração disparou, começou a suar frio. A primeira coisa que fez foi ligar pra mãe, desesperado, pedindo socorro. Ela disse "liga pro seguro, ué", mas ele não sabia nem por onde começar. Ficou uns 20 minutos andando em volta do carro, tirando foto sem rumo, sem chamar ninguém. O dono do Fusca já estava do lado, puto, e ele só repetindo "calma, calma". Perdeu um tempão e ainda ficou parecendo desorganizado. Depois dessa, aprendeu a ter um passo a passo na cabeça pra quando o pior acontecer. Hoje ele respira fundo, confirma que todo mundo está bem, liga pro 190 se tiver ferido e só então aciona a central do seguro pelo aplicativo — que já deixa tudo registrado, com foto, localização e número do boletim. O atendimento sai muito mais rápido e ele fica menos nervoso.