Carlos contratou um motorista e depois descobriu que ele não tinha carro próprio e usava o carro da empresa pra tudo, inclusive pra uso pessoal. O carro da empresa voltou com mais de 10 mil km em um mês. Carlos ficou indignado. Agora, na hora de contratar, pergunta: "Você tem carro próprio ou vai usar o carro da empresa? Se for usar o carro da empresa, qual a quilometragem mensal estimada pra uso pessoal?" O motorista disse que tinha carro próprio, mas que usaria o da empresa por comodidade. Carlos perguntou se ele podia usar o próprio para deslocamentos e deixar o da empresa só pra serviço. Ele topou. Também perguntou se ele tinha seguro no carro próprio. Disse que sim. Negociou: paga um valor de quilometragem para uso do carro próprio dele nos deslocamentos de serviço, e o carro da empresa fica na garagem. Resolvido. Se o motorista não tem carro próprio, Carlos deixa claro que o carro da empresa é exclusivamente para trabalho, com rastreamento e limite de quilometragem mensal. Tudo registrado em contrato. Já teve problema com motorista que usava o carro pra viajar no fim de semana. Agora não passa mais por isso.