Achou um carro interessante num leilão, mas não tinha o dinheiro à vista. Foi no banco pedir financiamento e eles disseram que não financiavam carro de leilão. Perdeu o negócio. Depois disso, aprendeu a perguntar antes. Ligou para a administradora do leilão e perguntou: "Bom dia, os carros desse leilão podem ser financiados? Quais são as condições?" A atendente explicou que alguns leilões têm parceria com bancos que financiam os lotes, mas a taxa de juros é maior (cerca de 2% ao mês, contra 1,5% do financiamento comum). Perguntou quais bancos e se o financiamento cobre o valor total do lance mais as taxas do leilão. Ela disse que cobre até 80% do valor de avaliação. Também perguntou se o carro precisa estar quitado para liberar o financiamento. Sim, precisa. No final, o valor da parcela ficou maior do que esperava, mas era viável. Mas descobriu que nem todo banco aceita carro de leilão como garantia, porque o carro pode ter restrições. O melhor é ter o dinheiro à vista ou uma carta de crédito de consórcio já contemplada.