Chamou um guincho pela internet e veio um caminhão sem identificação, sem placa de serviço. O guincheiro lhe pediu o pagamento adiantado. Desconfiou, mas ele disse que era padrão. Pagou e ele nunca apareceu. Perdeu R$ 300. Depois disso, aprendeu a só contratar guincho regularizado. Pergunta assim: "Boa tarde, gostaria de confirmar se sua empresa tem autorização da prefeitura para operar serviço de guincho. Qual o número do alvará?" Se ele enrola, já desconfia. Empresa séria tem o número do alvará visível no site, no caminhão, e no uniforme dos funcionários. Pede também o CNPJ e consulta no site da prefeitura se está ativo. Pergunta: "O caminhão tem identificação visual com nome, telefone e número de licença?" Ele confirmou que sim e lhe mandou foto. No dia do serviço, o caminhão chegou limpo, com adesivo da autorização e tudo. O guincheiro ainda mostrou o crachá com foto e o documento do veículo. Aprendeu que serviço de guincho sem licença municipal é arriscado — pode ser até carro roubado ou golpe.