O carro morreu no meio da avenida. Ela ligou pra oficina mais próxima, eles falaram "a gente chama um guincho". Quarenta minutos depois veio um guincho terceirizado, o motorista cobrou um absurdo e ainda quis pagamento adiantado. A oficina não se envolveu, disse que "o combinado era só entre você e o guincho". Ela ficou no prejuízo e na mão. Descobriu que a oficina não tinha guincho próprio, só uma parceria informal. Hoje, antes de precisar, ela já pergunta pros lugares onde leva o carro: "Vocês têm guincho próprio ou terceirizado?" Se é terceirizado, pergunta se o valor é tabelado ou depende do prestador. Pergunta também se o guincho cobre seguro ou se é por conta do cliente. Hoje tem o contato de uma oficina com guincho próprio e preço fixo. Saber antes de precisar faz toda diferença. Emergência não é hora de pesquisar.