O orçamento veio salgado, mas Carlos precisava do serviço. Perguntou "dá pra parcelar?" e o mecânico falou "claro, em até três vezes". Quando foi pagar, ele passou no cartão com juros altíssimos que não tinha mencionado. Carlos ficou com uma parcela que doía todo mês. A culpa foi dele que não perguntou os detalhes. Hoje, antes de fechar serviço, ele pergunta: "Quais as formas de pagamento? Parcela sem juros? Quantas vezes?" Se tem juros, pergunta qual a taxa. Compara com o que o banco cobra. Também pergunta se tem desconto pra pagamento à vista. Muitas vezes o desconto à vista compensa mais que parcelar. Uma vez negociou: pediu o orçamento em duas parcelas no crédito sem juros e o gerente aceitou porque ele insistiu. Carlos aprendeu que tudo é negociável, mas você precisa perguntar antes, não depois. Parcelamento é aliado, não inimigo — desde que combinado.