O pai de Pedro faleceu após uma longa doença. Entre o luto e os preparativos do funeral, Pedro precisava registrar o óbito no cartório de registro civil. Sem a certidão de óbito, não era possível enterrar o corpo.
— O atestado de óbito emitido pelo médico é o documento principal — explicou o funcionário do cartório.
Pedro levou o atestado de óbito, o RG e a certidão de casamento do pai (para comprovar o estado civil) e a sua própria identidade. Preencheu o formulário de registro de óbito.
O cartório emitiu a certidão de óbito em duas vias: uma para o enterro e outra para os procedimentos legais, como pensão por morte e inventário.
— Preciso dessa certidão para tudo agora — pensou Pedro, segurando o documento.
Ele guardou a certidão com cuidado, sabendo que seria usada nos próximos meses para resolver a herança e os benefícios.