O navio balançava devagar no porto. Carlos estava no convés, olhando o mar aberto. O vento salgado batia no rosto. Ele tinha o mapa de atividades na mão, mas os horários estavam confusos.
Ele viu um marinheiro passando, uniforme branco, boné com o logo do navio.
— Com licença.
O marinheiro parou.
— Pois não.
— O mapa mostra várias atividades, mas eu não entendi direito o que é obrigatório e o que é opcional. A que horas tem o torneio de vôlei?
— O torneio é às quinze horas, na piscina principal. É opcional, só chegar e se inscrever na hora.
— E o jantar do comandante? Precisa de reserva?
— O jantar formal é no salão principal, às vinte horas. Não precisa de reserva, mas tem que ir de traje esporte fino.
— E as aulas de mergulho?
— Essas precisam de inscrição. A aula introdutória é amanhã cedo, às oito. O senhor se inscreve no balcão de atividades, perto do restaurante.
Carlos anotou.
— Quantas pessoas por turma?
— Máximo de doze. Tem vaga ainda, mas costuma lotar.
— Melhor me inscrever hoje então.
— Pode ir lá agora. O balcão funciona até às vinte e duas horas.
— Obrigado.
— Disponha.
O marinheiro continuou seu caminho. Carlos guardou o mapa. Atividades confirmadas, horários organizados. Uma conversa rápida com quem sabia — e o passeio no cruzeiro ganhou forma.
*Continua em: 738 — Luísa — Como pedir ao camareiro do cruzeiro para arrumar a cabine?*