A cidade estrangeira tinha ruas largas e placas em outro idioma. Luísa parou na esquina, o GPS no celular apontando uma direção. Ela olhou para o mapa, depois para a rua.
— O consulado brasileiro — ela disse. — Fica a uns quinze minutos daqui.
— Andando? — Carlos perguntou.
— Andando. Mas tem que confirmar o endereço.
Ela abriu o site do consulado no celular. Rolou a página até "Endereço e Horários".
— Rua tal, número tal, bairro tal. É o que está no GPS.
— Confirmou?
— Confirmei.
Eles começaram a caminhar. As ruas eram arborizadas, com prédios antigos e fachadas de pedra. Luísa olhava as placas de rua, comparando com o mapa.
— Ali — ela apontou. — Depois da próxima esquina.
Eles viraram. O prédio do consulado tinha uma bandeira do Brasil na fachada, verde e amarela, balançando devagar. Uma placa de metal na entrada: "Consulado Geral do Brasil."
— Chegamos.
— Tava fácil de achar — Carlos disse.
— Fácil porque eu confirmei o endereço no site antes de sair do hotel. Se eu confiasse só no GPS, podia estar errado.
— E o horário?
— Abre às nove. São nove e vinte. Tá no horário.
Luísa subiu os degraus da entrada. A bandeira brasileira se movia com o vento. Endereço conferido, horário certo. Era só entrar.
*Continua em: 731 — Carlos — Como tirar dúvidas no consulado?*