O táxi seguia pela avenida principal. Carlos olhava o celular, o mapa da cidade aberto. O guia tinha recomendado uma casa de câmbio no centro, mas eles estavam indo na direção oposta, para o hotel.
— Motorista, o senhor conhece alguma casa de câmbio no caminho? — Carlos perguntou.
— Tem uma perto do shopping, a duas quadras daqui.
— Dá pra parar?
— Claro. É rápido?
— Só trocar um dinheiro. Cinco minutos.
— Beleza.
O motorista virou à direita na próxima esquina. A rua era comercial, com lojas de roupa, uma farmácia, uma lotérica. Ele parou em frente a uma fachada pequena, com uma placa verde: "Câmbio Turismo."
— É aqui.
— O senhor espera a gente?
— Espero. Só não demora.
— Combinado.
Carlos e Luísa desceram. A porta de vidro abriu com um toque. Do lado de dentro, um balcão de vidro blindado, uma máquina de contar dinheiro, um homem de camisa social atrás do guichê.
— Vai ser rápido — Carlos disse.
— Tomara. Motorista esperando põe pressão.
— Mas resolve.
Carlos se aproximou do balcão. Pedir ao motorista para parar era simples — só perguntar antes de passar do lugar.
*Continua em: 658 — Luísa — Como trocar dinheiro na casa de câmbio?*