O guia começou a andar em direção à catedral. Carlos e Luísa acompanharam.
— A gente vai ver o quê, exatamente? — Carlos perguntou.
— A catedral primeiro, depois a praça central, o mercado municipal, e o museu da cidade — o guia respondeu.
— Tudo a pé?
— Sim. A distância entre os pontos é curta. O máximo que a gente anda é uns quinhentos metros.
— Quanto tempo em cada lugar?
— Na catedral, uns vinte minutos. Praça, trinta. Mercado, quarenta. Museu, uma hora. Mais o tempo de deslocamento.
— E o almoço?
— O roteiro termina no mercado. Lá tem restaurante. Se quiserem, posso recomendar um lugar bom e barato.
— Qual o melhor horário pra cada parada?
O guia parou e tirou o celular.
— A catedral é melhor de manhã, porque o sol entra pelos vitrais. A praça, antes das onze, quando ainda não está lotada. O mercado, na hora do almoço, que é quando a comida está fresca. O museu, de tarde, porque é fechado e climatizado.
Carlos anotou no celular.
— A ordem já segue essa lógica?
— Segue. A catedral agora, a praça depois, mercado antes do meio-dia, museu após o almoço.
— Tá certo.
Carlos guardou o celular. Saber o roteiro antes de começar evitava surpresa no meio do caminho.
*Continua em: 646 — Luísa — Como pedir ao guia turístico para alterar o roteiro?*