Carlos queria ser notado. Mas não queria que os colegas se sentissem ameaçados por ele.
Na reunião semanal, o Carlos pediu ideias para otimizar o processo. O André deu uma sugestão. O Carlos não respondeu.
Carlos viu que a ideia tinha potencial. Em vez de dar a própria ideia na hora, ele esperou o fim da reunião.
— André, sua ideia foi boa. Mas acho que ela funciona melhor se a gente juntar com a automação que o Rafael fez no mês passado.
— É mesmo — o André respondeu. — Não tinha pensado nisso.
— Se você quiser, a gente pode apresentar junto na próxima reunião.
— Boa. Vamos fazer isso.
Na reunião seguinte, eles apresentaram juntos. O Carlos elogiou os dois.
— Gostei da parceria. Isso é trabalhar em equipe.
Depois, o André falou para Carlos:
— Valeu por me incluir. Você podia ter levado o crédito sozinho.
— O mérito é seu. Eu só complementei.
Carlos entendeu que se destacar não era brilhar sozinho. Era fazer o time brilhar junto.
*Continua em: 926 — Como lidar com grupo de trabalho que enche o celular?*