Viajar com a família da Luísa foi uma das experiências mais desafiadoras da vida dele. Três gerações, opiniões diferentes sobre tudo, e um tio que virava o guia turístico não-oficial. No terceiro dia, ele já tava no canto dele, calado, desejando estar em casa. A Luísa percebeu, puxou ele num canto e disse: "Amor, eu sei que é muita gente. Vamos ter nossos momentos também." Combinaram de ter um horário só deles todo dia — um café da manhã cedo antes de todo mundo acordar. Isso salvou a viagem. Ele aprendeu que viajar com família precisa de duas coisas: paciência pros momentos coletivos e estratégia pros momentos privados. Não dá pra ser só grupo nem só casal — tem que dosar.