Carlos estava num museu de arte contemporânea com Pedro, seu filho. Pedro ficou fascinado por uma escultura de metal polido. Ele estendeu a mão para tocar.
— Pedro, não pode tocar.
— Mas pai, é tão lisa. Quero sentir.
Carlos olhou em volta. A peça não tinha barreira. Uma placa dizia "Não toque". Mas ele lembrou de um amigo curador: "Em alguns museus, se você pedir com educação, o guia autoriza o toque, especialmente para crianças."
Ele chamou a guia.
— Com licença, meu filho está muito interessado nesta peça. Existe a possibilidade de ele tocar com supervisão?
— Normalmente não permitimos. Mas como é uma escultura de metal resistente, posso liberar por um momento, com luva.
A guia pegou uma luva branca e colocou na mão de Pedro.
— Toque com delicadeza. Só com a ponta dos dedos.
Pedro tocou a superfície lisa. Os olhos brilharam.
— Parece gelado, pai. E muito liso.
— Agora já sentiu. Vamos ver o próximo?
— Tá.
Carlos agradeceu à guia.
— Obrigado pela exceção.
— Criança curiosa é bom sinal. Quando o pedido é respeitoso, a gente ajuda.
— A regra geral é não tocar. Mas se você explica o motivo e pede com educação, alguns curadores permitem. O importante é aceitar o não se vier.
*Continua em: 749 — Como pedir a salva-vidas sobre horários de maré?*