Ele chegava no balcão e já ia falando tudo atropelado, nervoso. O atendente olhava sem entender. Aprendeu a respirar, organizar o pensamento e falar pausadamente: "Bom dia, preciso de ajuda com um produto que comprei na semana passada." Mostrava a nota fiscal e explicava o problema. Quando o atendente via que ele estava organizado, tratava com mais atenção. Aprendeu que ser atendido bem também depende de como a gente se apresenta. Calma, documentos na mão e clareza transformam o atendimento.