Carlos estava participando de um processo seletivo que exigia comprovação de experiência técnica. O currículo mostrava as habilidades, mas a empresa queria um documento formal.
Ele lembrou que algumas empresas emitem atestado de capacidade técnica. Mandou um e-mail pro RH antigo:
"Oi, estou em processo seletivo e precisam de um atestado de capacidade técnica referente ao período em que trabalhei aí. É possível emitir?"
A analista respondeu:
"Sim, emitimos esse documento. Ele descreve as atividades desempenhadas e o nível de proficiência. Vou preparar e enviar em até cinco dias."
Carlos esperou. No quinto dia, o documento chegou. Era mais detalhado que a carta de recomendação. Listava as ferramentas que ele usava, os projetos que participou, as entregas que fez.
Ele enviou pro recrutador. O recrutador respondeu:
"Perfeito. Isso agiliza a avaliação."
Carlos entendeu que o atestado de capacidade técnica era diferente da carta de recomendação. Enquanto a carta falava do caráter, o atestado falava da mão na massa. E no mercado, os dois importavam.
*Continua em: 452 — Como perguntar ao RH sobre recolocação interna?*