Como pedir ao RH informações sobre previdência privada?

Carlos

Carlos estava pensando no futuro. Trinta e dois anos, filho a caminho, financiamento imobiliário. Ele sabia que o INSS não ia sustentar a aposentadoria.

No almoço, um colega comentou:

— A empresa tem previdência privada com contrapartida.

— Como assim? — Carlos perguntou.

— Eles igualam até 2% do seu salário. Se você contribui com 2%, eles colocam mais 2%.

— E todo mundo pode participar?

— Quem tem mais de um ano de casa. Você está com quanto?

— Um ano e meio.

— Então pode.

Carlos abriu o portal. Leu a política. Previdência privada da BRASILPREV. O regulamento explicava: o funcionário escolhia o valor de contribuição, de 1% a 8% do salário. A empresa igualava até 2%.

Ele fez a conta no papel. Se contribuísse com 2%, a empresa colocava mais 2%. No fim do mês, 4% do salário indo pro futuro. E o dinheiro rendia.

Mandou um e-mail: "Oi, gostaria de mais informações sobre a previdência privada. Li no portal, mas queria entender melhor as regras de resgate e portabilidade."

A analista marcou uma reunião com o corretor. Em vinte minutos, Carlos entendeu tudo: carência, resgate, tributação.

No dia seguinte, fez a adesão.

— Comecei a previdência privada — contou pra Luísa.

— Quanto?

— Dois por cento. A empresa coloca mais dois.

— Parece bom.

— É dinheiro que eu nem vejo. Vai direto.

Previdência privada era sobre pensar longe. E Carlos aprendeu que empresa que igualava contribuição era oportunidade que não se deixava passar.

*Continua em: 437 — Como comunicar ao RH desejo de participar de treinamento externo?*