Carlos estava lendo um artigo sobre planejamento financeiro quando o assunto foi seguro de vida. O autor dizia: "Se você tem dependentes, precisa de seguro. E se a empresa oferece, aproveite."
Carlos tinha Luísa e um filho a caminho. A pergunta bateu.
No outro dia, ele perguntou pra analista do RH no café:
— A empresa oferece seguro de vida?
— Oferece sim. É um benefício básico pra todos os funcionários. Cobre morte natural e acidental.
— E da pra ampliar?
— Dá. Você pode contratar coberturas adicionais com desconto em folha. Assistência funeral, invalidez, doenças graves.
— Como eu vejo os valores?
— No portal, na seção de benefícios. Lá tem a apólice e a tabela de coberturas adicionais.
Carlos abriu o portal no mesmo dia. Leu a apólice básica: R$ 50.000,00 de cobertura. As adicionais variavam de R$ 10 a R$ 60 por mês.
Ele fez a conta. Cobertura para doenças graves saía R$ 25,00 por mês. Ele contratou na hora.
— Fiz o seguro de vida hoje — disse pra Luísa.
— Quanto ficou?
— O básico a empresa paga. Adicionei cobertura de doenças graves por vinte e cinco reais.
— Vale a pena.
— Vale. Se acontecer alguma coisa comigo, você e o bebê tão cobertos.
Seguro de vida não era sobre morrer. Era sobre cuidar de quem fica. E Carlos aprendeu que às vezes o benefício já existe. Só precisa ser descoberto.
*Continua em: 434 — Como falar com RH sobre PDI (Programa de Desenvolvimento Individual)?*