Quando o avô dela faleceu, ninguém na família sabia o que fazer. Parentes indicaram uma funerária, mas cobraram um absurdo e não deram nota fiscal. Ela aprendeu: pesquise antes — o direito funerário permite escolher qualquer funerária, não precisa ser a do hospital. Peça orçamento por escrito com todos os itens: urna, traslado, velório, sepultamento. Exija nota fiscal. O hospital tem serviço social que orienta sobre documentação (atestado de óbito). Se não tiver dinheiro, o município oferece sepultamento gratuito (Lei 6.858/80). Hoje ela anotou os contatos de duas funerárias de confiança na geladeira.