Na faculdade, uma aluna com deficiência visual passou mal no auditório. Ninguém sabia o que fazer. Alguém gritou "alguém ajuda aí!". Caos. O certo: chame a pessoa pelo nome, toque suavemente no braço e pergunte "precisa de ajuda?". Se a resposta for sim, pergunte "como prefere ser guiada?". Ofereça o braço em vez de empurrar. Ao falar com o Samu, informe o tipo de deficiência — isso muda o atendimento. Depois do ocorrido, a faculdade instalou um botão de emergência acessível em cada sala.