No primeiro projeto em equipe dela na nova agência, ela quis mostrar serviço. Pegou mais tarefas do que devia, não delegou, e no fim tava trabalhando até madrugada enquanto os colegas iam embora 18h. Quando o prazo apertou, ela explodiu: "Ninguém faz nada aqui!" Resultado: clima péssimo, e ela passou por arrogante. Uma colega mais velha chamou ela pra um café e disse: "Luísa, ninguém pediu pra você carregar o piano sozinha."
Ela aprendeu que dividir tarefas não é sobre contar o que cada um faz — é sobre combinar antes. Hoje ela usa uma máxima simples: na primeira reunião do projeto, a gente define quem faz o quê, com prazo e entregável claro. Se alguém está sobrecarregado, a gente remaneja. E se ela vê que tá pegando demais, respira e pede ajuda. Desde que começou a fazer isso, os projetos entregam melhor, e ela dorme em paz.