Carlos olhou a planilha e engoliu seco. O projeto era grande: criar todo o material gráfico de um evento corporativo — banners, flyers, sinalização, e-books, posts para redes sociais. Um mês de trabalho, mas o pagamento era único, no fim.
— Muita grana pra esperar um mês — pensou.
Mas aí veio a ideia: dividir em entregas parciais.
Ele abriu o chat com o cliente e escreveu:
"Oi! Pensei numa estrutura de entregas pra deixar o projeto mais organizado:
1ª entrega (10 dias) — Conceito visual e banners principais — 30% do valor
2ª entrega (20 dias) — Flyers, sinalização, posts — 30% do valor
3ª entrega (30 dias) — E-books e ajustes finais — 40% do valor
Isso me ajuda a manter a qualidade e você vê o progresso aos poucos. Topa?"
O cliente respondeu no dia seguinte. "Gostei da organização. Vamos nessa."
Carlos sorriu. Dividir o freela em etapas não era só uma questão de fluxo de caixa — era uma forma de mostrar profissionalismo e manter o cliente engajado durante todo o processo.
Continua em: 1712 — Como negociar a propriedade intelectual do trabalho com o cliente de freela?